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Ópera “Domitila”, de João Guilherme Ripper, na Espanha

Com cerca de uma hora de duração, na ópera, Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos, relê trechos das cartas que recebeu de Dom Pedro I

Ópera “Domitila”, de João Guilherme Ripper, na Espanha
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No dia 13 de setembro, a soprano italiana radicada no Brasil Maria Sole Gallevi estreou na Espanha interpretando o papel-título da ópera de câmara “Domitila”, do compositor e acadêmico João Guilherme Ripper. Na ópera para soprano, piano, violoncelo e clarinete, com cerca de uma hora de duração, Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos, relê trechos das cartas que recebeu de Dom Pedro I.

A soprano teve o seu primeiro contato com a partitura há dez anos, por meio de Paulo Esper, que a chamou para interpretar a obra na sala Dinorá de Carvalho, no Theatro São Pedro. Depois disso, ela interpretou a ópera, também a convite de Esper, em Santos, no Museu do Café, em 7 de setembro de 2022, celebrando os 200 anos de independência do Brasil, e há exatamente uma semana, no dia 6 de setembro, na série “Toriba Musical”, do Hotel Toriba, em Campos do Jordão. Agora, Gallevi levou a heroína de Ripper ao Teatro Leal de la Laguna, em Tenerife, nas Ilhas Canárias. A produção, assinada por Nicola Beller Carbone, é uma coprodução da Ópera de Tenerife com a Fundação Juan March, Teatro de la Zarzuela e Teatro Mayor Julio Mario Santo Domingo, de Bogotá.

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