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Júlio Medaglia é eleito para Academia Brasileira de Música

Medaglia é natural de São Paulo, diplomou-se em regência sinfônica na Alemanha, na Meister-klasse da Escola Superior de Música da Universidade de Freiburg.

Júlio Medaglia é eleito para Academia Brasileira de Música
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Maestro, arranjador e compositor, Júlio Medaglia ocupará a cadeira que foi de Régis Duprat

O Maestro Júlio Medaglia foi eleito para ocupar a cadeira nº 10 da Academia Brasileira de Música, cujo patrono é Cândido Ignácio da Silva, seu Fundador Octavio Maul e que teve como último ocupante o músico, musicólogo, filósofo e professor Régis Duprat.

Medaglia é natural de São Paulo, diplomou-se em regência sinfônica na Alemanha, na Meister-klasse da Escola Superior de Música da Universidade de Freiburg. Fez curso de alta interpretação sinfônica com Sir John Barbirolli, de quem foi assistente.

Viveu na Alemanha por mais de 10 anos, atuando também na rádio e na TV, regendo algumas das mais importantes orquestras, inclusive na Filarmônica de Berlim.

Além de sua atividade como maestro no Brasil e no exterior, compôs mais de uma centena de trilhas sonoras para teatro, cinema e televisão. Uma seleção de músicas de suas trilhas foi gravada pelo conjunto de sopros da Filarmônica de Berlim (BIS 952), além de arranjos gravados pelos 12 violoncelos dessa Filarmônica (EMI). Em sua passagem pela música popular, foi um dos fundadores do Tropicalismo. É o autor do arranjo original da música “Tropicália”, de Caetano Veloso, que deu origem àquele movimento. É autor do hino oficial da Universidade de São Paulo com o poeta Paulo Bomfim.

Ocupou os cargos de Diretor do Instituto Estadual de Comunicação do Rio de Janeiro, Diretor da Rádio Roquette Pinto (RJ), Supervisor Musical Artístico da Rede Globo de Televisão, Diretor Artístico do Teatro Municipal de São Paulo e regente titular da Orquestra Sinfônica Municipal, diretor artístico de Teatro Municipal do Rio de Janeiro,  diretor do Festival de Inverno de Campos do Jordão, diretor da Universidade Livre de Música, diretor artístico do Centro Cultural São Paulo, regente da Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília. Para o Teatro Amazonas criou a Amazonas Filarmônica com músicos de vários países do mundo. Nesse teatro acontece o maior festival de ópera do país.

Por ocasião das homenagens a Carlos Gomes pela passagem dos 100 anos de seu falecimento, regeu e gravou em vídeo e CD com os 200 artistas da Ópera Nacional da Bulgária a ópera “O Guarany”, evento transmitido para vários países europeus pela Eurovisão.

Apresenta há 35 anos programa diário na Rádio Cultura FM de São Paulo. Produz e rege a orquestra da TV Cultura de São Paulo no programa Prelúdio, transmitido em cadeia nacional há 15 anos. Esse programa recebeu o prêmio de “melhor projeto cultural da TV brasileira” pela A.P.C.A.

É membro da Academia Nacional de Música e há 25 anos assina crônica mensal na revista Concerto. Recebeu do Ministério da Cultura a “Grã Cruz” da Ordem do Mérito Cultural. Recebeu semelhante honraria da presidência da Hungria por suas interpretações de obras de autores daquele país. Por seus 6 livros e mais de 500 artigos publicados, foi eleito por unanimidade para a Academia Paulista de Letras, cadeira de nº 3, que pertenceu a Mário de Andrade.

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