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ENCONTROS ABM #3 | MODERNISMO E MÚSICA • Com Flávia Camargo Toni, Manoel Corrêa do Lago e José Miguel Wisnik

A música brasileira da primeira metade do século XX e sua interlocução com os palcos e plateias no Modernismo

ENCONTROS ABM #3 | MODERNISMO E MÚSICA • Com Flávia Camargo Toni, Manoel Corrêa do Lago e José Miguel Wisnik
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ENCONTROS ABM #3

Roda de Conversa sobre “Modernismo e Música” com a Acadêmica Flávia Camargo Toni (Mediador), o compositor José Miguel Wisnik (USP) e o Acadêmico Manoel Corrêa do Lago

Na quinta-feira, dia 23 de junho, às 18h, a Academia Brasileira de Música vai promover mais uma edição dos ENCONTROS ABM. Dentre entrevistas, palestras e mesas-redondas, foram programadas nove atividades, tendo por tema geral Modernidade na Música Brasileira. Com transmissão online pelo canal da ABM no YouTube, esta edição promove uma Roda de Conversa, mediada pela Acadêmica Flávia Camargo Toni, com o compositor José Miguel Wisnik (USP) e o confrade Acadêmico Manoel Corrêa do Lago, discutindo sobre “A música brasileira da primeira metade do século XX e sua interlocução com os palcos e plateias no Modernismo”

LINK PARA ASSISTIR AO VIVO NO YOUTUBE:

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FLÁVIA CAMARGO TONI (1956) é Mestre (1985) e Doutora (1989) em Artes, é Livre-Docente (2004) e Professora Titular (2009) da Universidade de São Paulo. Pesquisadora no Instituto de Estudos Brasileiros, onde foi Presidente e Coordenadora do Programa Culturas e Identidades Brasileiras entre 2010 e 2014. Orienta também na pós-graduação em Musicologia do Departamento de Música (CMU) da Escola de Comunicações e Artes (USP). Antes de seu ingresso na Universidade, como pesquisadora do Centro Cultural São Paulo, processou e descreveu todo o acervo constituído pela Missão de Pesquisas Folclóricas trabalhando, a partir da década de 1990, pelo restauro e preservação da Coleção.

Na Musicologia tem trabalhado com ênfase nos assuntos da primeira metade do século XX atuando principalmente nos seguintes temas: a literatura musical de Mário de Andrade, Modernismo e Música, Camargo Guarnieri: vida e obra, Etnomusicologia, Metodologia da Pesquisa em Música. Foi do Conselho Editorial da Revista do IEB entre 2017 e 2018 e é vice-diretora da instituição.

MANOEL CORRÊA DO LAGO tem uma dupla formação, em Economia e Música. Bacharelou-se em Economia pela UFRJ (1977), seguido de um Mestrado em Administração Pública (Master in Public Affairs) na Woodrow Wilson School of Public and International Affairs da Universidade de Princeton (1980). Seus estudos musicais realizaram-se em Genebra, Paris, Rio de Janeiro e Princeton com Madeleine Lipatti e Arnaldo Estrella (piano), Esther Scliar e Annette Dieudonné (teoria musical), Henrique Morelenbaum (orquestração) Michel Phillipot e Milton Babbit (análise), e Nadia Boulanger (composição). Em 2005, doutorou-se em Musicologia na Unirio, seguido em 2008 de um pós-doutorado no IEB/USP.

Tem publicado textos em revistas especializadas tais como a Brasiliana, da ABM, a Latin American Music Review, da Universidade do Texas-Austin, na Revista Brasileira, da Academia Brasileira de Letras, na Revista Brasileira de Música, da Escola de Música da UFRJ, e nos Cahiers Debussy do CNRS – Paris. Coordenou a edição crítica do Guia Prático, de Heitor Villa-Lobos, lançada em 2009 pela ABM e pela FUNARTE. Sua tese O Círculo Veloso-Guerra e Darius Milhaud no Brasil: Modernismo musical no Rio de Janeiro antes da Semana foi agraciada com o “Prêmio Capes/Área de Artes 2006” e publicada em 2010. Em 2011 foi o organizador do livro O Boi no Telhado – Música brasileira no Modernismo Francês, publicado pelo Instituto Moreira Salles.

 

JOSÉ MIGUEL WISNIK é professor de sênior de literatura brasileira na Universidade de São Paulo, ensaísta e músico. Publicou, entre outros títulos, O som e o sentido – Uma outra história das músicas (1989), Sem receita – Ensaios e canções (2004), Veneno remédio – O futebol e o Brasil (2008), Maquinação do mundo – Drummond e a mineração (2018). Lançou os CDs José Miguel Wisnik (1993), São Paulo Rio (2000), Pérolas aos poucos (2005), Indivisível (2011) e Ná e Zé, com Ná Ozzetti (2015) e O anel – Alaíde Costa canta José Miguel Wisnik (2020).

Fez música para teatro (em especial com o Teatro Oficina), cinema (Terra estrangeira, Janela da alma) e dança (as trilhas Nazareth, Parabelo, Onqotô e Sem mim, para espetáculos do Grupo Corpo). Tem parcerias com Chico Buarque, Caetano Veloso, Tom Zé, Luiz Tatit, Marcelo Jeneci, Arnaldo Antunes, Alice Ruiz, e canções interpretadas por Ná Ozzetti, Monica Salmaso, Jussara Silveira, Eveline Hecker, Elza Soares, Maria Bethânia, Gal Costa. Recebeu mais de uma vez o Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro, o prêmio da APCA, o Kikito do Festival de Gramado, o Prêmio Literário Biblioteca Nacional. Atuou como professor visitante na Universidade da Califórnia em Berkeley, e na Universidade de Chicago.

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