​João Guilherme Ripper Cadeira n° 30
Fundador ​João Batista Julião
     
1° Sucessor 2° Sucessor Acadêmico atual


Nasceu no Rio de Janeiro, em 02 de agosto de 1959. Iniciou o estudo de música através do violão. Em 1979 ingressou na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde estudou com Henrique Morelenbaum, Ronaldo Miranda e Roberto Duarte. Na mesma instituição realizou o mestrado. Cursou o Doutorado na The Catholic University of América, em Washington D.C., sob orientação do violinista e compositor Helmut Braunlich (composição) e da musicóloga Emma Garmendia (música latino-americana). Realizou estudos adicionais em regência orquestral com o maestro Guillermo Scarabino, em Mendoza e Buenos Aires, na Argentina.

Foi professor e coordenador do Curso de Música da Universidade Estácio de Sá. Nos EUA, foi professor assistente da classe de orquestração na The Catholic University of America e professor do Programa de Música do Sistema Público de Educação de Montgomery County, Maryland.  Desde 1988, é professor de composição, harmonia e análise musical nos cursos de graduação e pós-graduação da Escola de Música da UFRJ. De volta ao Brasil, foi coordenador do Programa de Pós-Graduação em 1998 e diretor da instituição de 1999 a 2003.

Em 2004, foi nomeado Diretor da Sala Cecilia Meireles, cargo que ocupa atualmente.

Como regente, dirigiu diversas orquestras como a Sinfônica Nacional, Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, Orquestra da Rádio Cultura de SP, Orquestra Sinfônica da Província de Cuyo (Arg.) e Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFRJ. Ripper fundou e foi o diretor artístico e regente da Orquestra de Câmara do Pantanal, em Mato Grosso do Sul.

Suas obras têm sido tocadas nas principais salas de concerto do Brasil e exterior. Destacam-se a Brasiliana, para orquestra de sopros (1996); a Abertura Concertante (1999), a partir de uma encomenda da Orquestra Sinfônica de Akron, Ohio – EUA; a cantata Peabiru, para solistas, coro, dois pianos e percussão (2000); o Ciclo Portinari, série de oito canções para soprano e meio-soprano sobre poemas do pintor; Psalmus (2002) para orquestra sinfônica; Magnificat (2004), para solistas, coro e orquestra de câmara, escrita para os 30 anos da Camerata Antiqua de Curitiba; Ciclo Pierrot – Seis Canções de Carnaval (2005), sobre poemas de Manuel Bandeira, para barítono e piano; Cervantinas (2005), para meio-soprano e banda sinfônica, encomendada pela Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Sob encomenda da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo escreveu Desenredo (2008) e Cinco Poemas de Vinícius de Moraes (2013). Para o Quinteto Villa-Lobos compôs o Concerto a 5 (2012) e para a Sinfônica Brasileira a Concertante para piano e orquestra (2013). É um dos compositores brasileiros que mais têm se dedicado à ópera, tendo escrito Domitila (2000), baseada na correspondência amorosa entre D. Pedro I e a Marquesa de Santos; Anjo Negro (2003), escrita sobre o texto homônimo de Nelson Rodrigues; Piedade (2012), baseada na trágica morte de Euclides da Cunha; Onheama (2014), sob encomenda do Festival de Ópera de Manaus, e O Diletante (2014), baseada em texto de Martins Pena, sob encomenda do projeto Ópera da UFRJ.

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